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sexta-feira, 21 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
DEFINA O MERCADO
Eis uma regra básica. Descubra o cliente-alvo, mesmo que não pareça tão obvio no início. Quanto melhor conhecer os clientes e suas necessidades, mais facilmente poderá lhes vender.
(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)quinta-feira, 6 de maio de 2010
O QUE É SER O REI DO CAGAÇO?
A coisa que mais me chamou a atenção nas reuniões de trabalho em que participei nos Estados Unidos foi o medo dos colegas de lá de assumir responsabilidades. Ninguém decidia nada, tudo era empurrado pros comitês, assim a culpa era compartilhada. Esse processo engessado era sintoma de um mal que estava espalhado por todos os departamentos da empresa. Era assim na engenharia, no jurídico, no financeiro, no comercial... O impulsionador das decisões deles era o medo.Fiquei cismado com aquilo. A empresa treinava todo mundo, gastava uma bala em tecnologia, botava gente viajando pra todo lado, promovia reuniões em cima de reuniões, falava de inovação e de “produtos disruptivos”, mas na hora de tomar a decisão não havia um só fariseu disposto a assumir riscos. Aquilo era a República do Cagaço. Para mim, “cagaço”sempre foi mais que simplesmente “medo”. Medo parece ser algo eventual. Aparece aqui e depois some. Cagaço não. É um estado de espírito, constante e sistemático. Uma forma de enxergar o mundo. Aquele pessoal que se dizia super preparado só tinha sido treinado em eficiência operacional. Em fazer cada vez melhor aquilo que sempre fez. Ninguém tinha sido estimulado a julgar e tomar decisões. A correr riscos. A assumir responsabilidades. Eram os reis do cagaço. O imobilismo generalizado implicava num custo gigantesco que não aparecia nas planilhas do pessoal do financeiro, mas que tinha um impacto direto no resultado da empresa: um bando de cagões não fazendo acontecer... Bem, pra encurtar a história: dois anos depois a empresa quebrou. Ninguém precisava ser gênio para prever que o final seria esse: fracasso. É pra lá que o cagaço te leva.
Texto de: Luciano Piresquarta-feira, 20 de janeiro de 2010
MAIS SEGURANÇA EM OPERAÇÕES DE CÂMBIO
Ampliar a abrangência do mercado de câmbio nas transações de pequeno valor, aperfeiçoar o processo de supervisão e reduzir os custos das operações com moeda estrangeira. Essas foram algumas das preocupações do BACEN do BRASIL ao aperfeiçoar as regras para a atuação dos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio. A medida proíbe, a partir de 2010, que agências de turismo e meios de hospedagem que não se conveniaram a instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN), nem entraram com processo no BC para se tornarem corretoras de câmbio ou IFs, continuem a atuar no mercado de câmbio. Ao todo, foram descredenciadas 114 agências de turismo e hotéis. Outras 106, que estão com processos sendo avaliados pelo BC, poderão continuar operando até a decisão sobre o pedido de constituição de nova instituição autorizada a operar no mercado de câmbio.
O BC passa a ter condições de fiscalizar e adotar medidas administrativas seguindo diretrizes estabelecidas exclusivamente para a supervisão do Sistema Financeiro Nacional, ao amparo da Lei 4.595/64. Ao mesmo tempo, com a criação dos correspondentes cambiais, buscou o BC aumentar a capilaridade dos agentes autorizados, de forma a incrementar a concorrência e reduzir custos operacionais".
a análise dos pedidos para autorização de novas instituições financeiras atuantes no mercado de câmbio leva em consideração basicamente dois parâmetros. "Um diz respeito à reputação - questões relacionadas à vida pregressa, por exemplo - e o outro aborda aspectos do plano de negócios - como prevenção à lavagem de dinheiro", diz. Para auxiliar os interessados em continuar realizando operações de câmbio, a Gence, o Desuc e o Deorf promoveram seminários em 2009 em Porto Alegre, Recife e Brasília. Além disso, ao longo do ano passado, o Deorf aprofundou os procedimentos de análise de pedidos de constituição de novas corretoras, sobretudo no tocante aos exames reputacionais e aos procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro (PLD).
A relação das agências de turismo e meios de hospedagem cujo credenciamento expirou em 31/12/2009 está publicada no site do BC, na internet. Foi determinado que essas instituições devem retirar dos meios de comunicação institucional qualquer referência ao número identificador da autorização para operar no mercado de câmbio, anteriormente concedida pelo BC. O prazo para essas empresas venderem toda a disponibilidade própria em moeda estrangeira terminou em 8/1, data em que foram descredenciadas do acesso às transações do Sisbacen.
Para que o descadastramento dessas instituições turísticas não tivesse impacto na abrangência do sistema, foram criados, em 2008, os conveniados em câmbio (correspondentes cambiais), inspirados no modelo dos correspondentes bancários. Os correspondentes cambiais podem operar em moeda estrangeira mediante convênio com alguma instituição financeira que esteja autorizada a realizar este tipo de transação. O país já conta com cerca de 400 unidades deste tipo.

ACESSO DO CIDADÃO AO MERCADO DE CÂMBIO
Para realizar operações de câmbio, o cidadão deve sempre procurar instituições autorizadas pelo BC ou seus conveniados. "Primeiro porque se trata de uma questão legal. Outro ponto tange à segurança. Uma instituição supervisionada obedece a padrões de atendimento e de registro requeridos pelo Banco Central, o que reduz a possibilidade de fraude ou prática de lavagem de dinheiro. Finalmente, ao sempre buscar instituições autorizadas, o cliente tem a certeza de que não está negociando com agente que pode ter relacionamento com transações ilegais, como tráfico de drogas e contrabando", orienta o chefe da Gence.
Para estimular o uso do mercado oficial, as operações de até US$3 mil foram simplificadas em 2008. Para comprar moeda até esse montante, basta apresentar documento de identidade às instituições autorizadas. Da mesma forma, buscando reduzir custos de transação, foram simplificados procedimentos operacionais de registro e de envio de informações ao Banco Central para essas transações.
As instituições integrantes do sistema financeiro autorizadas o operar em câmbio são os bancos, as caixas econômicas, as sociedades de crédito, financiamento e investimento, as sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários, as sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e as sociedades corretoras de câmbio, além dos correspondentes cambiais a elas vinculadas. Todas as agências de estabelecimentos bancários podem realizar operações de câmbio, mas cabe à própria instituição definir aquelas que irão praticar esse tipo de atividade.

NOTA:
Desde o início do ano, apenas instituições do sistema financeiro e empresas conveniadas a tais instituições na qualidade de correspondente cambial podem atuar como agente autorizado a operar no mercado de câmbio brasileiro. De forma transitória, também continuam a atuar nesse mercado as agências de turismo e meios de hospedagem que entraram com processo no BC para se tornarem instituições pertencentes ao SFN.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
A Soberania Nacional Brasileira
"A Venezuela deu a partida para a corrida armamentista", diz o presidente do Instituto Liberal. A compra de caças russos e centenas de milhares de rifles ameaçou a Colômbia, segundo ele. Os colombianos têm um acordo de cooperação militar com os norte-americanos. O alvo explícito são as Farc, as Forças Revolucionárias da Colômbia. Os EUA, por sua vez, querem acabar com o tráfico de drogas. Os guerrilheiros já foram encontrados com armas suecas compradas pela Venezuela. O presidente Hugo Chávez alegou que os armamentos haviam sido roubados.O Brasil foi o segundo da lista a se armar depois da Venezuela. A Argentina seria a terceira, de acordo com Diniz. Ele acredita que o país irá se relacionar com os EUA na corrida. “Apesar de ser também um dos países bolivarianos (‘simpáticos a Chávez’), é um mau menor se casar com os norte-americanos. Todos vão se armar e ela não pode ficar de fora. A corrida está aí, está lançada a guerra.” A palavra “guerra”, digamos, é de importância, poder de dissuasão “real e moral”, de acordo com o presidente do Instituto Liberal.
Surge a necessidade de paz no mundo. Numa era globalizada, a paz está vinculada à soberania nacional e ao desenvolvimento e à autodeterminação dos povos, e reafirmando a isso que ontem foi criado o núcleo regional do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz).

“Sabemos a quantidade de petróleo que temos e desenvolvermos a área de defesa é cuidar do nosso território”. Cuidar da defesa nos âmbitos da Amazônia e do Pré-Sal.
Luciano - Copyright © 2009
BRASIL - UMA POTÊNCIA EM PETRÓLEO E GÁS AUTO-SUFICIENTE
O jornal Financial Times, nesta quinta-feira, 10, destacou que alguns fatores trazem altas esperanças para o Brasil, como o bom comportamento do setor bancário no país e a sorte com as novas descobertas no campo do petróleo. A reportagem se encontra no caderno especial sobre “Os Novos Grandes”.
Se, de um lado, o jornal afirmou que o Brasil “vem confundindo céticos que duvidaram de sua robustez econômica, com recente demonstração de vigorosa vida corporativa”, por outro, aponta que os próximos meses não serão de total tranqüilidade. Além disso, apontou que algumas empresas, mais expostas à crise econômica, levarão mais tempo para se recuperar. “Alguns setores foram prejudicados pelo excesso de confiança. O setor do açúcar e do etanol atraiu muito investimento e algumas empresas ficaram extremamente alavancadas.”
Segundo o Financial Times, o Brasil, um dos últimos a entrar em recessão, deve ser um dos primeiros a sair, devido às políticas econômicas e a um pouco de sorte com o preço de exportação de commodities. “Empresas como a de cosméticos Natura, e a Hypermarcas, de alimentos, produtos de limpeza, higiene e medicamentos devem acelerar os planos de expansão no exterior.”
Se, de um lado, o jornal afirmou que o Brasil “vem confundindo céticos que duvidaram de sua robustez econômica, com recente demonstração de vigorosa vida corporativa”, por outro, aponta que os próximos meses não serão de total tranqüilidade. Além disso, apontou que algumas empresas, mais expostas à crise econômica, levarão mais tempo para se recuperar. “Alguns setores foram prejudicados pelo excesso de confiança. O setor do açúcar e do etanol atraiu muito investimento e algumas empresas ficaram extremamente alavancadas.”
Segundo o Financial Times, o Brasil, um dos últimos a entrar em recessão, deve ser um dos primeiros a sair, devido às políticas econômicas e a um pouco de sorte com o preço de exportação de commodities. “Empresas como a de cosméticos Natura, e a Hypermarcas, de alimentos, produtos de limpeza, higiene e medicamentos devem acelerar os planos de expansão no exterior.”

Luciano - Copyright © 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Crises de Imagens - NEGÓCIOS

Atravessar crises e enfrenta-las faz parte do processo de amadurecimento. O crescimento de uma empresa repercurte em suas experiências em atravessar crises. No caso, o problema é o tipo de crise que se atravessa.
Uma crise de imagem por exemplo, antes de tudo é uma crise de confiança, de credibilidade, uma crise de reputação. Tende a abalar o fator confiança que o consumidor tem na empresa ou naquela marca utilizada continuamente.
As empresas comercializam produtos e serviços mas vendem na verdade credibilidade. E isso vale para diversos tipos de empresas. Não importa o tamanho da organização, o cliente só procura os serviços ou produtos de uma empresa baseado na percepção que pode ser mais ou menos verídica e de que esta seguro pela a sua opção feita.
A crise de imagem pode ser devastadora quando ela atinge a organização no seu ponto mais sensível.
A capacidade que ela tem de fazer para que as pessoas confiem nela pode vir a ser bastante desgastante para a empresa. Diferente de uma CRISE FINANCEIRA que pode ser enfretada sem abalar a confiança do consumidor.
Uma crise de imagem por exemplo, antes de tudo é uma crise de confiança, de credibilidade, uma crise de reputação. Tende a abalar o fator confiança que o consumidor tem na empresa ou naquela marca utilizada continuamente.
As empresas comercializam produtos e serviços mas vendem na verdade credibilidade. E isso vale para diversos tipos de empresas. Não importa o tamanho da organização, o cliente só procura os serviços ou produtos de uma empresa baseado na percepção que pode ser mais ou menos verídica e de que esta seguro pela a sua opção feita.
A crise de imagem pode ser devastadora quando ela atinge a organização no seu ponto mais sensível.
A capacidade que ela tem de fazer para que as pessoas confiem nela pode vir a ser bastante desgastante para a empresa. Diferente de uma CRISE FINANCEIRA que pode ser enfretada sem abalar a confiança do consumidor.
Luciano - Copyright © 2009
PU.BLI.CI.DA.DE - A Arte Mostrar Para o Público
MARKETING: É o "Mercado". É o lugar onde a "PUBLICIDADE e a PROPAGANDA" precisa conquistar o seu espaço para obter resultados satisfatórios pelo os seus respectivos desempenhos no nicho de mercado que infiltraram.
MARKETING: E no Marketing, o Mercado é livre e o Mercado que determina. Fora isso, o resto é apenas Especulação.
PROPAGANDA É ISSO: É equivalente à propagar idéias. É você fazer uso de algo que você quer anúnciar de uma maneira que chame a atenção e que atinja o máximo número de pessoas que possível.
PUBLICIDADE É ISTO: Tornar público, divulgar abertamente, atingir extensões além do seu limite.
Luciano - Copyright © 2009










