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quarta-feira, 19 de maio de 2010

UM OBJETIVO PRINCIPAL DEFINIDO

Na esquina da rua que avistamos da sala onde escrevemos há um homem que permanece todos os dias no mesmo local, vendendo amendoim torrado. Está sempre ocupado. Quando não está atendendo os fregueses, se ocupa em torrar e empacotar os amendoins. Trata-se de um dos noventa e cinco por cento de pessoas que não possuem um objetivo definido na vida. Está vendendo amendoim torrado não porque ache que esse trabalho é melhor que outro qualquer que pudesse fazer, mas porque nunca se deu ao trabalho de pensar sobre um propósito definido, que lhe poderia trazer maiores lucros. Vende amendoim torrado porque voga ao sabor da corrente da vida e a sua tragédia é que, a mesma soma de esforços que emprega nesse negócio, se fosse dirigida em outro sentido, dar-lhe-ia lucros muito maiores.



(do livro: “A lei do triunfo” – Napoleon Hill)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

DEFINA O MERCADO

Eis uma regra básica. Descubra o cliente-alvo, mesmo que não pareça tão obvio no início. Quanto melhor conhecer os clientes e suas necessidades, mais facilmente poderá lhes vender.

(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

FOQUE NO SERVIÇO AO CLIENTE


Foque no serviço ao cliente Num mercado competitivo, toda empresa é uma empresa de serviços. O cliente tem sempre, sempre, sempre razão. Mesmo quando não tiver razão. Certifique-se de montar um sistema para dar voz ao cliente – e, também importante: preste atenção ao que ele diz. O CEO da cadeia de hotéis Orient Express liga ao acaso para três quartos de toda a rede todos os dias, apresentando-se e perguntando aos hóspedes se estão gostando da estada. Faça a conta: três ligações, 365 dias por ano... Representa um retorno enorme!




(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

DIFERENCIE O PRODUTO

Na maioria das empresas, a inovação dos produtos lhe dá apenas uma vantagem instável. Qualquer um pode copiar o que estamos fazendo. Mas, se conseguir alinhar uma série de inovações, será identificado como uma empresa inovadora. E algumas darão certo. O primeiro a ir para o espaço é normalmente aquele que dá o nome. Com tocadores de MP3, Apple foi o primeiro a sair, e agora as pessoas pensam no iPod.
BARRY STERNLICHT – Presidente e CEO do Starwood Capital Group


(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O QUE É SER O REI DO CAGAÇO?

A coisa que mais me chamou a atenção nas reuniões de trabalho em que participei nos Estados Unidos foi o medo dos colegas de lá de assumir responsabilidades. Ninguém decidia nada, tudo era empurrado pros comitês, assim a culpa era compartilhada. Esse processo engessado era sintoma de um mal que estava espalhado por todos os departamentos da empresa. Era assim na engenharia, no jurídico, no financeiro, no comercial... O impulsionador das decisões deles era o medo.
Fiquei cismado com aquilo. A empresa treinava todo mundo, gastava uma bala em tecnologia, botava gente viajando pra todo lado, promovia reuniões em cima de reuniões, falava de inovação e de “produtos disruptivos”, mas na hora de tomar a decisão não havia um só fariseu disposto a assumir riscos. Aquilo era a República do Cagaço. Para mim, “cagaço”sempre foi mais que simplesmente “medo”. Medo parece ser algo eventual. Aparece aqui e depois some. Cagaço não. É um estado de espírito, constante e sistemático. Uma forma de enxergar o mundo. Aquele pessoal que se dizia super preparado só tinha sido treinado em eficiência operacional. Em fazer cada vez melhor aquilo que sempre fez. Ninguém tinha sido estimulado a julgar e tomar decisões. A correr riscos. A assumir responsabilidades. Eram os reis do cagaço. O imobilismo generalizado implicava num custo gigantesco que não aparecia nas planilhas do pessoal do financeiro, mas que tinha um impacto direto no resultado da empresa: um bando de cagões não fazendo acontecer... Bem, pra encurtar a história: dois anos depois a empresa quebrou. Ninguém precisava ser gênio para prever que o final seria esse: fracasso. É pra lá que o cagaço te leva.


Texto de: Luciano Pires

terça-feira, 2 de março de 2010

VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS

Atualmente na era do conhecimento, as pessoas têm sido consideradas o maior ativo intangível de todas as organizações. São por meio de seus conhecimentos, competências, habilidades e comportamentos que as empresas têm atingido vantagem competitiva. Os fundamentos Pensamento Sistêmico, Aprendizado Organizacional, Cultura de Inovação e Desenvolvimento de Parcerias, estão diretamente relacionados com a valorização das pessoas, uma vez que é através do pensamento sistêmico que o líder procura entender as relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização. As organizações formam uma complexa rede de sistemas vivos formais e informais, onde seus participantes necessitam atuarem de forma única e integrada, conhecendo como um todo a instituição. Quando este pensamento organizacional é disseminado de forma clara e transparente a todos os colaboradores da organização, as pessoas tendem a desenvolverem um clima organizacional favorável às redes de relacionamentos.

Uma organização em busca da excelência, deve a cada dia criar condições favoráveis para que seus colaboradores se realizem profissional e humanamente dentro da instituição em que atuam. Pois, o estabelecimento de relações com pessoas, tende a promover condições favoráveis ao desenvolvimento, conhecimento e criação, de forma que ocorra uma integração e satisfação de seus colaboradores, propiciando desta maneira um alto desempenho pessoal, profissional e organizacional das pessoas.
As pessoas que compõem a força de trabalho devem estar capacitadas e motivadas, atuando em um ambiente propício à consolidação da cultura da excelência, para executar e gerenciar adequadamente os processos, criando valor para os clientes e aperfeiçoando o relacionamento com os fornecedores. A valorização de pessoas contribui para alcançar as metas organizacionais, uma vez que as essas pessoas são os agentes das diretrizes organizacionais.

Texto: Mário Lúcio Ferreira de Paiva

Pessoas Valorizadas Profissionalmente e
Humanamente gera como resultado
Pessoas Motivadas e Felizes,
Organizações Saudáveis

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

MOMENTOS DE ÓCIO - ÓCIO CRIATIVO

ÓCIO NO TRABALHO: A vida não é só trabalho, negócios, correria e ganhar dinheiro.


ÓCIO: Relaxar de vem quando...




Ócio Criativo: ESTUDOS, LAZER E TRABALHO
Quem dorme a tarde, produz mais e isso reflete em melhor desenvoltura








ÓCIO = NEGÓCIO


ÓCIO: Ter o momento de reflexão



ÓCIO: Tem um sentido na vida de cada pessoa




USE O FEED BACK EM SEU BENEFÍCIO


Por razões óbvias, preferimos ouvir coisas positivas: elogios, aumento salarial, clientes satisfeitos, prêmios, felicidade, paz interior, intimidade e prazer – tudo isso aumenta nossa auto-estima, nos mostra que estamos no caminho certo. Apesar de ninguém gostar do que é negativo – falta de resultados ou de dinheiro, conflitos existenciais, infelicidade, solidão e dor –, é preciso manter-se receptivo, pois existem informações valiosas em meio às criticas que podem nos ajudar a entender se precisamos corrigir o rumo.... Ficar irritado com a pessoa que dá feedback não é produtivo. Apenas faz com que sua fonte de valiosas informações revide ou vá embora. E qual é a vantagem disso? Você pode até se sentir melhor por algum tempo, mas isso não vai ajudá-lo a ser bem-sucedido.
(do livro: “Os princípios do sucesso” – Janet Switzer & Jack Canfield)


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

JOHARI WINDOW: Matriz de Johari


MATRIZ DE JOHARI

- O seu “Eu Aberto” é aquele que tanto você como as outras pessoas conhecem e percebem.
- O seu “Eu Oculto” é aquele que só você conhece.

- O seu “Eu Cego” é aquele que só você não vê, mas os outros conhecem.
- O seu “Eu Desconhecido” é aquele que nem você nem os outros têm acesso.


Com a Janela de Johari permite perceber em que bases cada um de nós atuamos em nossos relacionamentos. Vamos exemplificart: quando alguém nos diz algo, e nós estranhamos porque ela está dizendo isso para nós, pode ser porque essa pessoa está percebendo algo em nós, que nós ainda não vemos. Tempos depois fica claro o que aquela pessoa quis dizer para nós. Este é um exemplo claro de uma característica de “Eu Cego” passando, com o aprendizado, com a auto-percepção, com o tempo, para “Eu Aberto”.
Uma abordagem semelhante pode ser feita para o mercado:
- o que você vê no mercado, o que você conhece do mercado?- o que você não conhece do mercado?- o que seus concorrentes vêem no mercado, o que eles conhecem do mercado?- o que seus concorrentes não conhecem do mercado?
Esta abordagem tem uma excelente utilidade para a área de competição entre empresas, com reflexos nas nossas atuações, tanto próativas quanto reativas.



De uma forma análoga haverá quatro áreas, a saber:
- a área correspondente ao “Eu Aberto” é aquela área onde tanto você como os seus concorrentes têm o mesmo conhecimento, é uma área de IGUALDADE no conhecimento, portanto representa uma área onde se tem completa e igual noção da competição que está em curso;- a área correspondente ao “Eu Cego” é aquela em que os seus concorrentes estão enxergando as dificuldades e oportunidades e você não vê nada, você é limitado pelo seu desconhecimento, e esta área exige sua ATENÇÃO;- a área correspondente ao “Eu Oculto” é aquela onde para você estão claras as dificuldades e oportunidades, mas só você e a sua empresa estão enxergando isso, o que representa uma OPORTUNIDADE para a sua empresa;- a área correspondente ao “Eu Desconhecido” é aquela área onde ninguém vê nada, nem sua empresa, nem os seus concorrentes, e aqui estão os tesouros para serem descobertos ou desenterrados, é a área mais desconhecida, mas PROMISSORA.


JOHARI WINDOWS
VENTANA DE JOHARI







terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Dificuldades dos Tempos Atuais

As coisas nos dias atuais andam difícieis para todo mundo. Apesar ainda de toda tecnologia e facilidades oferecidas por ela.
Ter curso superior não garante emprego na aréa muitas vezes; e os concursos públicos muito concorridos e mais complexo em ser aprovado.
A geração de agora tem de estar em constantes mudanças e acima de tudo ter DIFERENCIAL COMPETITIVO.






quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Projeto quer regulamentar contratação de MÃO-DE-OBRA TERCEIRIZADA

Acaba de ser divulgado o projeto de lei que foi proposto pelo Ministério do Trabalho para tentar ordenar, regularizar mais esse tipo de trabalho que envolve milhões de pessoas. Procurar regularizar os contratos de Serviços Terceirizados (regularizar mais esses serviços de empresas prestadoras de serviços). Fazendo com que as empresas que contratem serviços Terceirizados de Mão-de-Obra, que elas seja Co-Responsáveis por essa contratação. O que quer dizer que se a empresa Terceirizada quebra, a empresa que contratou fique como responsável por esse trabalhador. Siginifica que o trabalhador terceirizada tem que ter os mesmo direitos iguais trabalhistas da empresa que contrata. Essa ainda é uma proposta do Ministério do Trabalho do Brasil.

Contrato de Terceirização: é a contratação parcial ou total de serviços de terceiros para a execução do processo de fabricação e controle de produtos.

Empresa Contratante: aquela que contrata serviço de terceiros e/ou outros, sendo responsável pelos aspectos técnicos e legais vinculados ao produto ou processo objeto da terceirização.

Problemas na Implantação da Terceirização





Modelo de Avaliação da Terceirização





AS DESPESAS: Custos com Mão de Obra Terceirizada



Vantagens em Terceirizar



Razões Para a Terceirização


Capítulo II - DO CONTRATO DE TERCEIRIZAÇÃO

Art. 2º - Será permitida a ocorrência de contrato de terceirização entre empresas para a execução de etapas do processo de fabricação de produtos Saneantes Domissanitários, desde que obedecido ao disposto neste regulamento.
Art. 2º - Será permitida a contratação de terceiros, para a execução parcial ou total do processo de fabricação e controle de produtos Saneantes Domissanitários, desde que obedecido ao disposto neste regulamento;
Incluir etapas total ou parcial do processo de fabricação, como definição já existente.

Art. 3º - As empresas contratantes e contratadas que realizem contrato de terceirização, devem dispor de Autorizações de Funcionamento e Licenças de Estabelecimento vigentes, expedidos pelas autoridades sanitárias competentes.
Art. 3º - As empresas envolvidas no contrato de terceirização devem ter seus estabelecimentos devidamente regularizados perante as autoridades sanitárias competentes.
Fazer referência às regulamentações existentes e a necessidade de seu atendimento, tanto pela “contratada” quanto pela “contratante”.

Art. 4º - O início da prestação de serviços por terceiros de que trata o artigo 2º, dar-se-á mediante a aprovação do contrato pelas autoridade sanitária competente da ANVISA.
Art. 4o - A prestação de serviços por terceiros deverá ser comunicado à ANVISA quando do registro ou notificação do produto, após atendido o disposto no artigo 3º, Capítulo II.
No contrato de terceirização consta apenas acordos comerciais não envolvendo nenhuma descrição de processos, controle de qualidade, Boas Práticas de Fabricação, etc.

Parágrafo Único: Para efeito deste regulamento, as etapas de fabricação terceirizadas à empresas contratadas devem ter suas plantas físicas, “lay-out” industrial, passíveis de inspeção.
Já previsto, em caso de atendimento às regulamentações existentes (Art. 3)

Art. 5º - Tornar obrigatório, para fins de análise e aprovação, a apresentação do Contrato de Terceirização de que trata o artigo 2º deste Regulamento, à Gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Art. 5º - É obrigatória, quando da solicitação de registro ou notificação do produto o envio de cópias dos documentos que comprovem o disposto no Artigo 3º deste regulamento quando Registro, ou manter a disposição do órgão competente quando da notificação.
No contrato de terceirização consta apenas acordos comerciais não envolvendo nenhuma descrição de processos, controle de qualidade, Boas Práticas de Fabricação, etc.

Parágrafo Único: as alterações ao contexto do Contrato de Terceirização anteriormente apresentado, deverão ser submetidas à autoridade sanitária para fins de análise e aprovação.
Deve-se comunicar a terceirização, porém sem submeter documento de caráter comercial à aprovação da ANVISA..

Art. 6º - É obrigatório, no atendimento ao disposto neste Regulamento, que a empresa contratada para a prestação de serviços de terceiros, disponha de unidade fabril, laboratório de controle de qualidade e depósitos próprios.
Art. 6º - A empresa contratada deverá dispor de instalações que possibilitem a realização do(s) serviço(s) contratado e respectiva documentação comprobatória, que deverá ser apresentada à ANVISA caso solicitada.
A terceirização de produção por muitas vezes é definida pela capacidade técnica, portanto a contratada não necessariamente está habilitada a executar os produtos terceirizados em sua(s) planta(s). Ex: marcas próprias.

Art. 7º - Além das demais exigências constantes deste Regulamento deverá constar do Contrato de Terceirização a ser firmado entre empresas:

I- as obrigações específicas do contratante e do contratado, firmadas pelos respectivos representantes legais e responsáveis técnicos.

II- as fases de fabricação e controle, o armazenamento, bem como qualquer outro aspecto técnico operacional acordado.

III- as responsabilidades do responsável técnico da empresa contratante com respeito a aprovação de cada lote de produto para venda e emissão de certificados de análise de qualidade.

IV- o tempo de vigência do contrato entre as partes.
No contrato de terceirização consta apenas acordos comerciais não envolvendo nenhuma descrição de processos, controle de qualidade, Boas Práticas de Fabricação, etc.

Art. 8º - As partes contratantes devem garantir que as Boas Práticas de Fabricação atendam ao disposto na legislação sanitária vigente, bem como ao tocante à execução do disposto no Contrato de Terceirização;
Art. 8º - As empresas envolvidas no contrato de terceirização devem garantir o cumprimento do disposto na legislação sanitária vigente quanto às Boas Práticas de Fabricação e Controle.
No contrato de terceirização consta apenas acordos comerciais não envolvendo nenhuma descrição de processos, controle de qualidade, Boas Práticas de Fabricação, etc.

Art. 9º - Fica proibida a sub-contratação parcial ou total, pela empresa contratada, das operações previstas no Contrato de Terceirização com empresa contratante.
Art. 9º - Quando ocorrer, a sub-contratação parcial ou total de etapas do processo de fabricação e controle, pela empresa contratada, esta deve atender ao disposto nesse regulamento.
A terceirização de produção por muitas vezes é definida pela capacidade técnica, portanto a contratada não necessariamente está habilitada a executar os produtos terceirizados em sua(s) planta(s). Ex: marcas próprias.


Capítulo III - DA EMPRESA CONTRATANTE

Art. 10º
- A empresa contratante, além da obrigatoriedade de ser detentora do registro e da responsabilidade pela qualidade do mesmo, produzido sob terceirização e liberado ao consumo, caberá ainda em atendimento a este Regulamento:
Art. 10º - A decisão quanto à detenção do registro do produto é facultada às partes envolvidas no contrato de terceirização, devendo atender ao disposto na legislação sanitária vigente, porém a contratante assumirá a responsabilidade quanto à qualidade do produto, mantendo registros documentais referentes ao processo de fabricação do produto envolvido no processo de terceirização.
A redação original exigiria da contratante a detenção de licença apropriada para fabricação dos produtos terceirizados. As marcas próprias desapareceriam, devido ao fato de possuírem a marca mas não o registro do produto, pois terceirizam a produção do mesmo.

I- disponibilizar ao contratado as informações necessárias para fins de que se realize as operações contratadas em conformidade com o registro de produto;
II- disponibilizar ao contratado a documentação relativa à identificação de problemas associados ao processo de produção, prestação de serviços ou ensaios que interfiram na qualidade do produto sob contrato, bem como instalações, equipamentos e pessoal do contratado e demais materiais e outros produtos;
III- certificar-se que as matérias primas e produtos processados na empresa contratada, tenham sido liberados pelo respons´vel técnico da mesma, em conformidade com as especificações técnicas aprovadas quando do registro;
IV- dispor de laboratório de controle de qualidade com vistas a realizar as análises laboratoriais relativas aos controles de matérias primas empregadas no processo de produção do produto acabado sob contrato.
Muitas vezes a contratante não possui todas essas informações para passar para a contratada.


Capítulo IV - DA EMPRESA CONTRATADA

Art. 11º - O representante legal e o responsável técnico da contratada são co-responsáveis com os da a empresa contratante, perante a autoridade sanitária, pelos aspectos técnicos e legais inerentes à atividade objeto do contrato de terceirização.
Definir a responsabilidade mútua de ambas as partes.

Art. 12o - À empresa contratada, além de dar cumprimento às demais exigências previstas na legislação sanitária, caberá manter registro documental dos controles dos processos de fabricação do(s) produto(s) sob contrato, conforme regulamentação sanitária vigente.
Definir a necessidade de registro de informações.

I- possuir instalações, equipamentos, conhecimentos técnicos adequados, além de experiência pessoal competente para desempenhar satisfatóriamente o serviço solicitado pela contratante, atendendo as especificações do registro e aos requisitos das Boas Práticas de Fabricação correspondentes, aprovado pelo órgão sanitário competente;
II- manter registro documental dos controles dos processos de fabricação do(s) produto(s) sob contrato;
III- disponibilizar, à empresa contratante, os registros documentais referentes a rejeição de matérias primas, materiais de embalagem, produtos semi-elaborados, a granel e/ou produtos acabados;
IV- possuir laboratório de Controle de Qualidade próprio com vistas a realizar análises laboratoriais relativas aos controles de processo de produção do produto sob contrato.
Todas essas informações já estão incluídas no Manual de Boas Práticas de Fabricação.


Capítulo V - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 13º - A terceirização do Controle de Qualidade será permitida somente nos seguintes casos:

a- quando a periculosidade e o gráu de complexidade da determinação exige a utilização de equipamentos e/ou recursos humanos altamente especializados;
b- quando a frequência com a qual se efetua certas análise seja baixa que não justifica a aquisição de equipamentos de alto custo;

Parágrafo Único: a Autoridade Sanitária avaliará o pleito de que trata este artigo, quando da apresentação do Contrato de Terceirização.

Art. 14º - Em se tratando de processo de fabricação de produto até a fase a granel, somente será permitida a contratação de 01(uma) empresa sob contrato de terceirização.
As responsabilidades de ambas as partes está definida neste regulamento.

Art. 15º - Fica proibida a terceirização do controle de processos de fabricação.
São necessários maiores esclarecimentos.

Art. 16º - Em caso de armazenagem de produtos de que trata este regulamento, é obrigatório que estes apresentem-se identificados no tocante à sua aprovação, quarentena ou rejeição, bem como disponibilizado os registros relativos à avaliação laboratorial de Controle de Qualidade.







segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Regras Básicas para o bom uso do Cartão de Crédito


Cartões de Crédito são simples e convenientes e uma ótima forma de pagar despesas por um prazo maior, cartões de créditos são uma necessidade para quem viaja muito, principalmente para o exterior. Eles nos dão segurança, no caso de uma emergência. Mais tudo que é muito bom também tem o lado ruim. Os juros que vão ser pago saldo que não foi pago no vencimento da faturo, são os maiores do mercado, variam entre: 8% e 15% ao mês. E portanto para evitar efeitos colaterais no cartão de crédito, basta siguir tais procedimentos:
1) Sempre pague o total da fatura do seu cartão na data do vencimento. (regra de ouro)
2) Faça compra de iténs mais caros, logo após a data de vencimento do seu cartão de crédito. ( você pode ganhar aí uns 30 dias de prazo sem juros)
3) Evite sacar dinheiro com o cartão de crédito. (porque os juros são muito altos)
4) Se percebe que gasta muito no cartão de crédito compulsivamente. (procure deixar o cartão de crédito em casa, é a melhor maneira para evitar compras por impulso)
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Luciano - Copyright © 2009

PEQUENOS EMPRESÁRIOS precisam de LIQUIDEZ e BAIXO RISCO


Se Aplicar R$ 200 000 em Investimentos Para Complementar Renda Para Retiradas Mensais... (Para Não Cair no Endividamento)
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Os pequenos empresários devem se preparar para os períodos de baixa renda e de auta turbulência. Renda Fixa, (Nada de Ações, Nem Imóveis), "não que envolva RISCOS" (um empresário novato, já vai ter muitas emoções no dia-dia, por isso deve procurar investimentos financeiros de RISCO BAIXO... é possível negóciar um CDB num banco de primeira linha com a taxa de juros de pelo menos 100% do CDI ou então aplicar num Fundo DI que cobre no máximo Meio Porcento de Taxa de Administração por ano, tem que ser o destino de muitas reservas, o melhor é Liquidez, dinheiro na mão. Para retirar todo mês, o ideal é retirar apenas o valor dos juros e ainda descontando a inflação, que porém ainda pode não ser o bastante se tiver que complementar com outras despesas extras.
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Luciano - Copyright © 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Bolhas Especulativas na Economia

Bolhas Especulativas Surgem

Quando há dinheiro Barato Sobrando


Por que formas as chamadas Bolhas Especulativas?

Quando se tem muito dinheiro sobrando, quando se tem dinheiro barato e juro que é o preço do dinheiro muito barato, tudo que é muito barato a gente não dá valor. As pessoas, os investidores, passam a procurar aplicações que sejam melhores do que aquelas taxas de juros muito baixa. Então, quem tem capital, qualquer pessoa (qualquer especulador, não precisa ser especulador necessariamente) que tenha capital, deve procurar uma aplicação melhor para o seu dinheiro do que esse 0% de juro ou 1% de juro. E aí passa a aplicar, por exemplo: em ouro, outros vão optar em aplicar em (que será uma mercadoria que ficará escassa) barris de petróleo; não necessariamente precisará estocar barris de petróleo no galpão, ela poderá comprar títulos, papéis, vinculadas ao petróleo, comprar cotas vinculadas à um fundo de investimento ao petróleo fundos internacionais, comprar casa pra alugar, comprar terrenos. O movimento começa ficar intenso, aí o preço começa a subir. As pessoas começam a comprar petróleo não pra comprar gasolina, mas pra fazer caixa. Com isso os preços desses produtos começam a subir e a demanda caí. Esse é o risco de bolhas que tem no mercado especulativo. Na China por exemplo a grande discussão é o preço dos imóveis, até mesmo no Brasil pode se ter noção já também que o preço dos imóveis aqui no Brasil irão ser reajustados (porque o crédito imobiliário no Brasil esta aumentando. Os imóveis vão subir, mas, não vão subir tanto assim, por que? porque eles já subiram muito nos últimos 3 anos e porque o consumidor precisa ter renda para comprar e isso não surge assim tão depressa (não basta ter crédito, não basta que a tabela do imóvel dispare, mas a renda da população brasileira precisa subir junto pra que essa euforia continue no mercado imobiliário).
Como o dólar está fraco (o preço do dólar esta desvalorizando, em relação à todas as moedas do mundo), as pessoas largam o dólar pra comprar ouro; só que toda vez que dá uma crise, o pessoal volta para o dólar e a cotação do dólar sobe e quando está tudo tranqüilo a cotação do dólar cai.


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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Empresas em Sociedade - SÓCIOS

Você tem pensando em abrir um negócios próprio? Vai ter sócios? (Nada Contra Sócios Capitalistas: Aqueles que não participação da Operação, só entram com capital de risco.
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O Livro Negro do Empreendedor
(Fernando Trias - Pesquisador Espanhol):
Na maiorias das vezes nós associamos por medos, outras vezes por medo de consiguir recursos que no curto prazo eles aparentemente são de graça, mas que no longo prazo são os mais caros de todos. Empreender implica numa certa solidão, mas essa solidão acaba lhe dando velocidade e liberdade para impor as suas decisões e a sua intuição.


  • Então se você estiver precisando de um sócio porque precisa de dinheiro: (procure um banco). Pois se o seu negócio der certo o seu custo de capital de um sócio, deverá ser muito maior do que os juros cobrados pelos bancos.
  • Se você estiver precisando de alguém pra dividir o trabalho: (contrate um profissional);
  • Se você estiver precisando de um sócio porque você não domina o conhecimento: (terceirize);
  • Se precisar de conselhos: (consulte um consultor);
  • Se estiver pensando em sócios porque tem medo: (pratique esportes).


Um sócio, é um assunto muito muito sério. E o sócios acaba sendo o recurso mais caro que existe porque ele vai ficar com boa parte dos lucros (frutos) da sua atividade emprendedora. Então, *antes só do que bem acompanhado.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Organização Adaptativa

Para manter uma organização adaptativa é necessário:

  • seja voltado para o cliente;
  • valorize a inovação e a criatividade;
  • promova o aprender a aprender;
  • se baseie em metas e na implantação de um plano de incentivos. (não se apóie em crenças já existentes).

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

BRASIL - UMA POTÊNCIA EM PETRÓLEO E GÁS AUTO-SUFICIENTE

JORNAL BRITÂNICO DESTACA BOM COMPORTAMENTO DO BRASIL



O jornal Financial Times, nesta quinta-feira, 10, destacou que alguns fatores trazem altas esperanças para o Brasil, como o bom comportamento do setor bancário no país e a sorte com as novas descobertas no campo do petróleo. A reportagem se encontra no caderno especial sobre “Os Novos Grandes”.
Se, de um lado, o jornal afirmou que o Brasil “vem confundindo céticos que duvidaram de sua robustez econômica, com recente demonstração de vigorosa vida corporativa”, por outro, aponta que os próximos meses não serão de total tranqüilidade. Além disso, apontou que algumas empresas, mais expostas à crise econômica, levarão mais tempo para se recuperar. “Alguns setores foram prejudicados pelo excesso de confiança. O setor do açúcar e do etanol atraiu muito investimento e algumas empresas ficaram extremamente alavancadas.”
Segundo o Financial Times, o Brasil, um dos últimos a entrar em recessão, deve ser um dos primeiros a sair, devido às políticas econômicas e a um pouco de sorte com o preço de exportação de commodities. “Empresas como a de cosméticos Natura, e a Hypermarcas, de alimentos, produtos de limpeza, higiene e medicamentos devem acelerar os planos de expansão no exterior.”







Luciano - Copyright © 2009

sábado, 29 de agosto de 2009

Traçar Planos






Traçar Planos e Atingir o Alvo


Traçar planos e metas, sem ficar na depedência dos outros para dar certo.
Planos que depende da boa vontade dos outros para fazerem a sua parte quase sempre não dá certo.






Luciano - Copyright © 2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Atrasar Contas, Não Vale, Crise, Carga Tributária

Atrasar contas incide multa de 2%
+++++ juros de 0,03% ao dia.


SERÁ QUE O BRASIL TAMBÉM
ESTA EM CRISE FINANCEIRA!
QUANDO A QUESTÃO É CARGA TRIBÚTARIA
E IMPOSTO DE RENDA!


A crise financeira não permite a elevação de impostos no Brasil. Porém algumas pessoas dão a opinião "crise", mais que "crise"; a crise esta é lá nos Estados Unidos e não aqui; eu tenho ido nos mercados e os mercados tão cheio tanto que até falta vendendor pra atender as pessoas; "crise" havia é pouco tempo atrás quando os vendedores ficacavam de braços cruzados nas lojas. É de fato a realidade mostra que as pessoas estão comprando; então porque será que ainda alguns insistem em dizer que o Brasil esta em "crise" ou em "recessão"! Talvez, isso seja à parte em alguns setores da Economia. Basta escutar a opinião das pessoas. Graças as boas condições do Brasil se sair bem rente a crise econômica se deve ao fato do Brasil adotar conjuntos de políticas públicas que o Estado tem adotado e que faz com que gere crescimento econômico. Foi verificado que nesse primeiro semestre de 2009 o número de contratações superou o número de demissões... é talvez bem disserá, a crise não esta aqui.
E como no Brasil questão salário (renda) das pessoas não alcançam a faixa dos R$ 1.434,00 que é a partir desse limite que necessário fazer a Declaração de Imposto de Renda. É se priorizado imposto pelo consumo de mercadorias e serviços.
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Luciano Copyright - © 2009