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segunda-feira, 17 de maio de 2010

REFLEXÕES SOBRE O REI DO CAGAÇO

Escrito Por: Luciano Pires
http://www.lucianopires.com.br

Durante um bom tempo pensei que o medo era o grande problema no ambiente profissional. Até que descobri que o problema mesmo é o cagaço. O cagaço é diferente do medo. Tem a ver com covardia. O cagaço é o medo que paralisa por antecipação. É uma predisposição a não correr riscos. Nunca pode ser usado a nosso favor. E sabe o que é curioso? Quem opta pelo cagaço tem a consciência limpa, pois acha que está sendo precavido, prudente, cuidadoso...
Na sociedade moderna, onde a mídia espalha diariamente razões e exemplos para que sintamos medo, tornar-se um cagão é normal. E no ambiente profissional então? O cagaço é incentivado, nutrido, necessário! O ambiente profissional focado na eficiência operacional, nos resultados de curto prazo e nas pequenas ações táticas, detesta tudo que é novo. Nos discursos pregamos a inovação, mas nas atitudes... Abominamos! Afinal, o “novo” implica em mudanças que geram instabilidade. E instabilidade é mortífera para quem quer previsibilidade, processos firmes e seguros. Controle... Instabilidade gera insegurança e insegurança gera medo. “Você é pago pra trabalhar, não pra pensar, sacou? Não invente moda! Siga aí o roteiro e não me encha o saco. Não queremos sustos!” Isso é familiar pra você? Pois é... Daí pro cagaço é um pulinho.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

SIGA SEUS INSTINTOS



TORY BURCH – Estilista de Moda


Quando de inicio à minha empresa, muitas pessoas me aconselharam a não abrir uma loja de varejo, porque seria um risco muito grande. Disseram para vender no atacado e testar o mercado antes, porque esse era o caminho tradicional e mais seguro. O conceito estava tomando forma em minha mente e meu pai me disse para ser corajoso e ousar. Era um empresário e investidor de sucesso, portanto confiei no instinto dele. Sabia o que significava correr riscos. Ele também reconhecia a minha paixão por design e meu profundo compromisso em transformar o investimento num sucesso. Ajudou a me manter no curso e me ensinou o que a confiança em minha visão bem como o foco e a determinação poderiam fazer por mim. Hoje, quando pedem minha orientação, sempre passo o mesmo conselho: seja fiel à sua visão e não tenha medo de assumir riscos, mesmo que signifique ir contra tudo e contra todos.




(do livro: “Mulheres inteligentes jogam para ganhar – não importa de onde você comece: supere todas as expectativas no trabalho e na vida.” – Ivanka Trump)

terça-feira, 2 de março de 2010

VALORIZAÇÃO DAS PESSOAS

Atualmente na era do conhecimento, as pessoas têm sido consideradas o maior ativo intangível de todas as organizações. São por meio de seus conhecimentos, competências, habilidades e comportamentos que as empresas têm atingido vantagem competitiva. Os fundamentos Pensamento Sistêmico, Aprendizado Organizacional, Cultura de Inovação e Desenvolvimento de Parcerias, estão diretamente relacionados com a valorização das pessoas, uma vez que é através do pensamento sistêmico que o líder procura entender as relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização. As organizações formam uma complexa rede de sistemas vivos formais e informais, onde seus participantes necessitam atuarem de forma única e integrada, conhecendo como um todo a instituição. Quando este pensamento organizacional é disseminado de forma clara e transparente a todos os colaboradores da organização, as pessoas tendem a desenvolverem um clima organizacional favorável às redes de relacionamentos.

Uma organização em busca da excelência, deve a cada dia criar condições favoráveis para que seus colaboradores se realizem profissional e humanamente dentro da instituição em que atuam. Pois, o estabelecimento de relações com pessoas, tende a promover condições favoráveis ao desenvolvimento, conhecimento e criação, de forma que ocorra uma integração e satisfação de seus colaboradores, propiciando desta maneira um alto desempenho pessoal, profissional e organizacional das pessoas.
As pessoas que compõem a força de trabalho devem estar capacitadas e motivadas, atuando em um ambiente propício à consolidação da cultura da excelência, para executar e gerenciar adequadamente os processos, criando valor para os clientes e aperfeiçoando o relacionamento com os fornecedores. A valorização de pessoas contribui para alcançar as metas organizacionais, uma vez que as essas pessoas são os agentes das diretrizes organizacionais.

Texto: Mário Lúcio Ferreira de Paiva

Pessoas Valorizadas Profissionalmente e
Humanamente gera como resultado
Pessoas Motivadas e Felizes,
Organizações Saudáveis

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

JOHARI WINDOW: Matriz de Johari


MATRIZ DE JOHARI

- O seu “Eu Aberto” é aquele que tanto você como as outras pessoas conhecem e percebem.
- O seu “Eu Oculto” é aquele que só você conhece.

- O seu “Eu Cego” é aquele que só você não vê, mas os outros conhecem.
- O seu “Eu Desconhecido” é aquele que nem você nem os outros têm acesso.


Com a Janela de Johari permite perceber em que bases cada um de nós atuamos em nossos relacionamentos. Vamos exemplificart: quando alguém nos diz algo, e nós estranhamos porque ela está dizendo isso para nós, pode ser porque essa pessoa está percebendo algo em nós, que nós ainda não vemos. Tempos depois fica claro o que aquela pessoa quis dizer para nós. Este é um exemplo claro de uma característica de “Eu Cego” passando, com o aprendizado, com a auto-percepção, com o tempo, para “Eu Aberto”.
Uma abordagem semelhante pode ser feita para o mercado:
- o que você vê no mercado, o que você conhece do mercado?- o que você não conhece do mercado?- o que seus concorrentes vêem no mercado, o que eles conhecem do mercado?- o que seus concorrentes não conhecem do mercado?
Esta abordagem tem uma excelente utilidade para a área de competição entre empresas, com reflexos nas nossas atuações, tanto próativas quanto reativas.



De uma forma análoga haverá quatro áreas, a saber:
- a área correspondente ao “Eu Aberto” é aquela área onde tanto você como os seus concorrentes têm o mesmo conhecimento, é uma área de IGUALDADE no conhecimento, portanto representa uma área onde se tem completa e igual noção da competição que está em curso;- a área correspondente ao “Eu Cego” é aquela em que os seus concorrentes estão enxergando as dificuldades e oportunidades e você não vê nada, você é limitado pelo seu desconhecimento, e esta área exige sua ATENÇÃO;- a área correspondente ao “Eu Oculto” é aquela onde para você estão claras as dificuldades e oportunidades, mas só você e a sua empresa estão enxergando isso, o que representa uma OPORTUNIDADE para a sua empresa;- a área correspondente ao “Eu Desconhecido” é aquela área onde ninguém vê nada, nem sua empresa, nem os seus concorrentes, e aqui estão os tesouros para serem descobertos ou desenterrados, é a área mais desconhecida, mas PROMISSORA.


JOHARI WINDOWS
VENTANA DE JOHARI







quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Feed-Back - Retrocesso de Melhorias

Feed-Back,
é entendido que deve haver REALINHAMENTO.
Ter objetivos ALINHADOS.

Feed-Back, dentro do RELACIONAMENTO






No Feed-Back, é importante:
  • Construir uma imagem que transmita CONFIANÇA E CREDIBILIDADE.



Luciano - Copyright © 2009

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Falha na delegação de poderes: regras e rearranjos

Falha na delegação de poderes: regras e rearranjos


Falhas de delegação de poderes significam ser incapaz de realizar uma tarefa sem primeiramente obter permissão ou informação. Freqüentemente, é um caso de ser microgerenciado ou de microgerenciar alguém, sendo que ambos consomem o seu tempo.


Para o empregado, o objetivo é ter acesso total à informação necessária e tanta liberdade de tomar decisões independentemente quanto for possível. Para o empresário, o objetivo é fornecer tanta informação e liberdade de tomar decisões independentemente quanto for possível.

....

As pessoas são mais espertas do que você pensa. Dê-lhes uma chance de provar seu valor.

Se você é um funcionário microgerenciado, tenha uma conversa franca com seu chefe e explique a ele que você quer ser mais produtivo e interrompê-lo menos.

Se você for um empresário microgerente, compreenda que, mesmo que você possa fazer algo melhor do que o resto do mundo faria, isso não significa que você deveria fazer, caso isso seja parte dos detalhes. Delegue poderes para que os outros ajam sem interrompê-lo.




(do livro: “Trabalhe 4 horas por semana – fuja da rotina, viva onde quiser e fique rico” – Timothy Ferriss)




Luciano - Copyright © 2009

domingo, 19 de julho de 2009

Se o Barco Afundar, Todo mundo vai Junto


"Um navio afundado leva toda à tripulação junto.
E isso se aplica ao Coorporativismo também."





Luciano Copyright - © 2009

Os 5 Estágios da Carreira Profissional - Max Gehringer


EXISTEM CINCO ESTÁGIOS EM UMA CARREIRA


O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor de contas a pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. Heitor do banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele:

Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em "amigo profissional".

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional. Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.

Amigos profissionais solicitam favores.

Amigos de verdade estão no coração.

Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Amigos profissionais são necessários.

Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.



Fonte: Texto e Direitos Autorais Reservados à Max Gehringer





Luciano Copyright - © 2009