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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Genética Forense



A genética forense consiste na aplicação da análise genética da diversidade humana para a resolução de certos problemas judiciais. O objetivo principal da genética forense, em quaisquer dos seus campos de aplicação, é a identificação dos indivíduos através do perfil de ADN. Apesar de o ramo mais desenvolvido da Genética Forense ser a Identificação Humana pelo DNA e sua aplicação mais popular ser o Teste de Paternidade, a Genética Forense não limita-se a isso, podendo ser aplicada na identificação ou individualização de animais, plantas e microrganismos. A Genética Forense iniciou quando foram utilizadas as primeiras características genéticas para fazer testes de paternidade. ajudando a justiça. Logo após a descoberta do Sistema ABO de grupos sanguíneos, este já foi utilizado em exames de paternidade. Um suposto pai O não poderia ter um filho AB, por exemplo.

O enorme poder discriminatório e estabilidade da identificação genética advêm de 3 aspectos inerentes ao ADN:

-Exclusividade – o ADN de cada indivíduo é único (individualidade biológica)
-Invariabilidade – a informação genética é igual em todas as células do organismo.
-Estabilidade – o conteúdo genético das células mantém-se ao longo da vida do indivíduo.

No direito penal, o tipo de casos a estudar incide sobre as investigações criminais biológicas, as quais implicam a análise de vestígios biológicos provenientes de situações de delitos distintas.

No direito civil, as perícias efetuadas tem 2 propósitos:
ø Investigação biológica de parentesco (estabelecimento de filiação; estabelecimento de relação de parentesco)
ø Identificação de indivíduos desconhecidos

Existem ainda outros campos de interesse forense, tais como, problemas de imigração, investigações históricas ou arqueologia forense, para além das investigações biológicas que ocorrem em desastres de massa.


Luciano - Copyright © 2009

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